
Lorenzo Fernândez
Rio de Janeiro, 4/11/1897 - Rio de Janeiro, 27/8/1948
Carioca de ascendência espanhola, foi aluno de Francisco Braga e Henrique Oswald no Instituto Nacional de Música, de onde se tornou, anos depois, professor.
Foi também diretor do Conservatório Brasileiro de Música, do qual foi um dos fundadores. Lorenzo Fernândez produziu uma obra de cunho acentuadamente nacionalista, sem tender, no entanto, ao “folclorismo” mais explícito de outros contemporâneos seus, e caracterizou-se por uma escrita harmônica especialmente elegante. Para orquestra, dedicou a Suíte Reizado do Pastoreio (1930), da qual faz parte o famoso “Batuque” — peça que constou do repertório de grandes regentes desde então —, os bailados Imbapara (1928) e Amaya (1932), duas sinfonias — a segunda intitulada “O Caçador de esmeraldas” — um concerto para piano e outro para violino, uma Suíte sinfônica, sobre temas populares, além da ópera Malazarte e de sua última obra, as Variações sinfônicas. Lorenzo Fernândez ocupou a cadeira nº 15 da Academia Brasileira de Música e faleceu em 1948.
Fonte: Academia Brasileira de Música (www.abmusica.org.br)
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1º Concerto para Piano e Orquestra - Para Arnaldo Estrella
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Estudo Sinfônico - Opus 62
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Reisado do Pastoreio - Suíte Sinfônica
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Sinfonia Nº 1
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Sinfonia Nº 2 - O Caçador de Esmeraldas
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Variações Sinfônicas - Sobre um Tema Popular Brasleiro para Piano e Orquestra






