
Brasílio Itiberê
Paranagua, 1/8/1846 - Berlim, 11/8/1913
Compositor e diplomata brasileiro nascido em Paranaguá, PR, um dos pioneiros na utilização de temas folclóricos na criação musical erudita no Brasil.
Estudando em casa, tornou-se pianista de renome e realizou muitos concertos em seu estado natal e em São Paulo, onde realizou seu curso de Direito.
Ingressou na carreira diplomática muito jovem (1870), e teve postos diversos na Itália, no Peru, na Bélgica, no Paraguai e na Alemanha.
Teve relações de amizade com alguns dos maiores pianistas de seu tempo, como Anton Rubinstein, para quem ele escreveu um Estudo de Concerto, Sgambatti e Liszt.
Faleceu em Berlim, Alemanha, e foi escolhido como Patrono da Cadeira n. 19 da Academia Brasileira de Música. Entre seus principais estudos e composições destacou-se a A Sertaneja (1869), a primeira obra nacionalista brasileira
Considerado um dos precursores do nacionalismo, foi um dos primeiros a inspirar-se em motivos populares e a imprimir à sua obra características nitidamente brasileiras.
Compôs música de câmara e coral, além de peças para piano.
Sua rapsódia Sertaneja o popularizou, especialmente pela célebre canção “Balaio, meu bem, Balaio”.
A sua composição mais conhecida é, sem dúvida, "A Sertaneja" de 1869.
Foi nomeado embaixador em Portugal, porém, morreu antes de assumir a função.
Faleceu na capital alemã no dia 11 de agosto de 1913, numa segunda-feira, aos 67 anos de idade.
Uma das muitas homenagens ao autor de "A Sertaneja" está na capital paranaense que denominou uma das suas vias de Rua Brasilio Itibere
Fonte: www.dec.ufcg.edu.br






